quarta-feira, 22 de abril de 2009

Mundo Fantástico



Organização Social das Formigas (In Wikipédia)

Embora nem todas as espécies de formigas construam formigueiros, muitas fazem autênticas obras de engenharia, normalmente subterrâneas, com um complexo sistema de túneis e câmaras com funções especiais – para o armazenamento de alimentos, para a rainha, o "berçário", onde são tratadas as larvas, etc.

As sociedades das formigas são organizadas por divisão de tarefas, muitas vezes chamadas castas. As tarefas podem ser distribuídas pelo tamanho e/ou pela idade do indivíduo.

A função da reprodução é realizada pela rainha e pelos machos. A reprodução é feita pelo voo nupcial. A rainha vive dentro do formigueiro, é maior que as restantes formigas, perde as asas depois de fecundada e durante toda a sua vida põe ovos. Os machos aparecem apenas quando é necessário fecundar uma nova rainha, o que acontece durante um voo em que participam milhares de fêmeas e machos alados; depois da fecundação, os machos não são autorizados a entrar no formigueiro e geralmente morrem rapidamente.

As restantes funções – procura de alimentos, construção e manutenção do formigueiro e sua defesa – são realizadas por fêmeas estéreis, as obreiras. Em certas espécies, as obreiras que realizam as diferentes funções estão também divididas em castas. Normalmente, as que se ocupam da defesa – ou para o ataque, uma vez que algumas espécies são predadoras de animais que podem ser maiores que elas – têm as peças bucais extremamente grandes e fortes.

Existem também outras 2 funções: a de operário e a de soldado. As operárias tomam conta da cria (ovos, larvas e pupas), fazem a limpeza do formigueiro e colectam o alimento. Já as formigas soldados guardam a entrada do formigueiro sem descanso.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Meu Principezinho...

O essencial...


Porque "o essencial é invisível aos olhos"...

Ando com esta frase a passear-me na cabeça... Volta e meia lembro-me dela e fico a pensar... que mensagem ou o que é que me estará a passar ao lado?...

Quero-me atenta...

Quero dar "ouvidos" e toda a atenção aos meus sentidos...

Por vezes não sabemos porque é que determinado local/pessoa nos atraem ou repelem... Mas a verdade é que mais cedo ou mais tarde iremos dar razão às nossas primeiras impressões - salvo RARAS excepções...

"O essencial é invisível aos olhos"...

E mais uma vez viajo... num ensaio sobre a cegueira, muita coisa perderia o sentido da existência...
Moda? Para quê?
Televisão? Influência através das imagens e da provocação do perfeito, do ideal... Querer ser, querer ter...?
Qual a importância de ser-se magra?
E celulite? O que é isso? Se não a vemos, não a temos...

Viajar para lugares diferentes apenas para sentir as alterações de temperatura, os cheiros, as vozes, as diferentes línguas...
Dar a importância merecida aos sentidos/sentimentos... aos toques e abraços que temos receio de dar...

Porque o essencial é invisível aos olhos, mas hoje os olhos é que escolhem e não o coração...

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Alegria triste...


A decisão dos maiorais foi tomada e hoje, foi-me comunicada...

Não aceitaram a contra-proposta... não estão dispostos a pagarem-me mais (o justo - para mim claro!) para mudar de vida, de cidade...
Tenho pena... sinto uma alegria triste...

Alegria por ficar perto da minha família, por poder avançar com projectos "parados", por poder avançar com sonhos guardados, por simplesmente tocar a minha vidinha para a frente...

Tristeza porque continuo com um futuro um pouco incerto... sem saber se irei ser dispensada tal qual carta fora do baralho, porque não irei ter a oportunidade de viver numa outra cidade, de ter uma "nova" vida, de desenvolver um projecto que bem ou mal iria dar luta...

Enfim... aqui a vida poderia ter sido diferente... nunca irei saber se melhor ou pior...
Quero acreditar obviamente que a vida é minha amiga... e que se fiquei por cá, será por alguma razão...

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Marionete

Há dias que não posso nem consigo deixar de me sentir uma marioneta...

O meu patrão lida com a vida das pessoas de ânimo leve... como se a vida delas fosse apenas o trabalho... E não há mais nada para alem disso, ou há????

"Custa um pouco, mas FAZ-SE!!!"
"Não tem ninguém para trabalhar? Arranje!!!"

É violento demais jogarmos com a vida das pessoas como se estas fossem peças de xadrez...
Oh!!!... O Rei derrubou o Cavalo!!!!... TENHO PENA!!!
Como sempre acontece: o mais forte fica na sua "boa" vida e o mais fraco - os bons de coração - saem derrubados... sem vida própria, negligenciando sempre a família, os amigos, os sonhos... tudo em troca de fazer o que se faz bem feito!

E eu... como uma peça do jogo, tenho que cumprir as ordens... por mais que eu diga ao patrão que é uma falta de respeito aos direitos humanos, uma violência...

A questão é: se eu sei isso e se TODA eu sou contra, porque é que eu tenho que o fazer??
Custa-me TANTO!!!
Para além de ser pesado para todos os meus colegas de trabalho, acaba por ser uma violência psicológica a mim própria...

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Não me apetece...


Não me apetece estar aqui...
gostava de estar lá fora!

Não me apetece fazer o que tenho a fazer...
gostava de fazer o que eu quero!

Não me apetece falar contigo...
gostava de estar contigo!

Não me apetece pensar...
gostava de apenas sentir!


Não me apetece complicar...


Não me apetece... simplesmente, não me apetece...



terça-feira, 14 de abril de 2009

Realidades...


Os dados estão lançados...

Este domingo foi muito elucidativo...

Após ter estado à frente do computador, ter colocado todas as contas/despesas numa ferramenta de gestão financeira, constatei que a vida não é mesmo fácil... que ando a trabalhar quase e apenas para "aquecer"... que quase ganhava mais ao ficar simplesmente em casa...
Foi minha opção, eu sei...
Há um ano estava em casa a ser paga pelo Estado e por todos os trabalhadores (quero eu dizer: a receber fundo de desemprego) quando aceitei este emprego fora da minha área (de sonho) para me ocupar, para ter novas experiências, para lutar pela vida e mostrar ao mundo que ganhámos sempre em CAMINHAR, e só perdemos com a inércia proporcionada pelo facilitismo de estar em casa...
Não me arrependo...

Mas...
Só mesmo eu para ter andado a dormir durante tanto tempo, para ter pensado que tudo se resolve... poupa-se todos os meses, gasta-se o mínimo e indispensável... nada de superficialidades...
Sempre antes de comprar algo, o mesmo pensamento / as mesmas questões: "Preciso mesmo disto?", "Vivi até agora sem isto, posso esperar mais algum tempo?"
E quase sempre o desfecho é o mesmo... o objecto não necessário e apenas desejado fica na prateleira... à espera de melhores tempos...

A proposta em cima da mesa não me conseguia manter independente... assim como a proposta actual... mas o que interessa é que, ter a possibilidade de mudar e não mudar para melhor, não deve ser considerada possibilidade, certo?

Fiz contas... coloquei-as na mesa... disse: "não é uma questão de ganhar dinheiro, é uma questão de conseguir viver com o mínimo sem depender de terceiros..."
E assim é...

Dura é a realidade de aos 31 anos ainda depender e muito dos meus queridos pais... que hoje em dia vivem para educar, criar, manter, alimentar, realizar sonhos, trabalhar como "mouros" não para poderem gozar a vida deles... mas sim para continuar a ajudar os filhos que já deviam estar eles próprios a ajudá-los... era assim antigamente, não era?

quarta-feira, 8 de abril de 2009

terça-feira, 7 de abril de 2009

Lisboa???


Quero partilhar também um "segredo"... uma proposta que recebi que mudaria a minha vida completamente...

A empresa onde eu trabalho neste momento está a querer crescer através de uma filial em Lisboa e lançaram-me o desafio de me mudar de malas e bagagem para onde eu seria muito útil a esse objectivo.

Iria trabalhar MUITO... iria ajudar a desenvolver uma semente que tem frutos para dar...
mas iria também abrir mão de coisas muito importantes para mim: a minha família, a minha possível carreira como psicóloga, a minha casa física, o meu voluntariado... enfim... nada que não pudesse construir lá em baixo: dizem vocês, não é?

Mas tudo isso seria mais "fácil" de dispensar temporariamente se a compensação fosse aliciante... Mudaria sim, mas para ter condições de ter um futuro mais desafogado... se com essa mudança tivesse mais possibilidades de construir um lugar de aconchego, não só para mim, mas também para os meus...
O que me oferecem é casa e um contrato de trabalho (neste momento estou a recibos verdes)... relativamente ao aumento salarial é mínimo... não dá para pagar uma viagem ao Norte - a casa...

Eu gosto de desafios, gosto de arriscar e apostar nas mudanças... mas mudar para pior não...

Será que a minha felicidade passa por LISBOA???