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domingo, 3 de fevereiro de 2013

Uma boa razão...


... para sermos todos os dias melhores pessoas...
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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Sorria!

E porque sorrir faz bem e é contagiante, deixo-vos um sorriso gigante!


Já vou na terceira sessão de Ioga do Riso... e tem sido espetacular!
E é impressionante que o sorriso (mesmo que seja forçado) envia boas informações ao cérebro que, de imediato te faz sentir logo um pouco melhor! 
Experimenta!
Comigo tem resultado!
:-D
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Leva tempo e é difícil...


"Leva tempo e é difícil, mas é bom adotar rotinas saudáveis...

Os hábitos condicionam-nos muito mais do que pensamos. Metade das nossas ações e decisões é inconsciente. Tais automatismos são, por vezes, prejudiciais e quase todos querem mudá-los, mas não é fácil, pois estão gravados no cérebro. Segundo um estudo, precisamos de mais de dois meses de constante repetição para fixar hábitos simples, e de anos para eliminá-los. É preciso tolerar a frustração para estabelecer rotinas saudáveis (comer bem, deixar as dependências, estudar, fazer desporto). Vamos falhar muitas vezes antes de conseguir, mas não devemos desistir de tentar."
In Super Interessante de janeiro 13

sábado, 12 de janeiro de 2013

Agir


Lesson two:
De que me vale ter consciência dos meus problemas, conhecê-los por dentro e por fora, saber exactamente o que é preciso fazer para alterar a situação... e continuar igualzinha todos os dias, permitindo aos mesmo problemas perpetuarem durante anos?

Preciso agir! 
A minha psicóloga não me quer mais se não for para eu agir... 
Ela diz que eu tenho o trabalho feito... e que me mantenho no sofrimento que eu tão bem conheço por:
1) incapacidade de construir algo novo;
2) resistência à mudança... medo de estar bem... (pois... o que é mesmo isso?).

Por isso há que agir... 
Ok... uns passinhos de cada vez, pode ser?
Hoje já sei uns passinhos!
:-D
...

De volta...

E porquê?
Porque justo agora que eu me tento levantar, que eu quero mudar, que eu quero melhorar, seria injusto abandonar este projeto e abandonar possíveis ajudas que possa dar....
Estou aqui... de alma aberta para a mudança, para aprender a ser melhor... para me deixar ser melhor...

1º passo - pedir ajuda aos guias espirituais, anjos da guarda, almas que nos guiam e guardam...
Pedir ajuda no sentido de nos aliviar, de nos dar força para mudar, para ver diferente... para sair do redemoinho de maus sentimentos e pensamentos.

2º passo - tentar colocar-me de fora, ou seja, ver a minha vida como se fosse a vida de outra pessoa... observar-me...
O que estou eu a fazer? E a pensar?

E assim se deu o primeiro clik para eu sair do redemoinho de más energias que me estava a engolir e a sufocar...

Melhorei!
Obrigada vida por mais uma luz!
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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

E as amigas servem...


... para nos marcar uma consulta na psicóloga...
:-)
Espero que se avizinhem boas mudanças...
E que eu deixe de ter necessidade de vir para aqui despejar porcaria! Não... porcaria não!... Sentimentos se faz favor!...
São negativos, mas são sentimentos!...
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Casos ou Pessoas


Casos são pessoas... e pessoas podem ser complicadas...
Por vezes não sei o que fazer mas gostava de poder, e mais importante, de saber ajudar...
Por outro lado sei que, se não sabemos, não devemos sequer mexer...
A vida humana para além de muito complexa é também muito frágil...
E hoje, ouvir um miúdo à frente do pai a chorar e a dizer que já há muito tempo não se sente feliz como quando era criança, dói... e deixa-nos assim, sem saber o que fazer e o que dizer...
Para começar vou fazer um plano partilhado para: primeiro: ele saber o que os pais esperam dele; segundo: para que os pais o acompanhem mais e o possam valorizar nas suas conquistas...
A ver vamos...
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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Bipolar


Para cima...
Para baixo...

Forte...
Fraca...

Feliz...
Triste...

Não aguento mais esta bipolaridade...
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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Que ciclo...

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segunda-feira, 12 de março de 2012

Catastrofização

Pormenor: repararam na catastrofização feita no post anterior?
Pois... Erro cognitivo...

Correção: fazer a minha parte por um mundo melhor: reciclagem, poupança de energia... e aproveitar ao máximo este tempo maravilhoso...
Pensar demais, por vezes, não traz nenhum benefício...

Serão estes os casos?
Fico sempre na dúvida se isso não será varrer para debaixo do tapete...
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Consegui!


Para quem sabe, para quem não sabe...
Para quem me acompanhou ou não nesta "batalha" para atingir um sonho uma vez sonhado...
Hoje consegui!
Hoje terminei o bendito do mestrado integrado!...

Já sei que na minha cabeça são mil e um problemas que nunca me deixam ser completamente feliz...
Mas hoje tinha que partilhar e tentar valorizar esta grande conquista...
Custou muito, perdi muito, ganhei muito, mudei muito, cresci muito e estou aqui para continuar...
O caminho não termina, mas esta etapa sim...
Estou mais leve, tão mais leve que ainda nem acredito!

Um muito obrigada a todas as Pessoas Especiais que caminharam comigo!
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terça-feira, 15 de novembro de 2011

And It´s DONE!


So much and incredibly better!
:-)
Feita e entregue!
Mais uma etapa conseguida!

Obrigada a Todos os que partilharam comigo Pedaços de Vida!
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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Pensando melhor...


... não estou assim tão: "nada a ver com a minha área"...
... uma vez que a psicologia serve exactamente para ensinar cada um a pensar saudavelmente por si próprio...
:-D
É um primeiro passo!
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terça-feira, 19 de julho de 2011

Qualidade fundamental...

... a ter, reter, aprender para sobreviver e possivelmente para estar bem na vida: FLEXIBILIDADE.
Sem ela, e da maneira como nunca é como nos sonhos, ficaríamos sempre frustrados e rigidificados no "como eu queria que fosse"...
Cada vez mais a vida ensina que é melhor não ter expectativas, é melhor apenas viver e aceitar o que a vida dá...
Programa-se tudo ao pormenor, mas há sempre aquele imprevisto que surpreende... 
E quando não foi como se esperava, não se vive? Não se festeja? Nega-se a experiência?
Quantas e quantas vezes...
E depois? Depois é tarde demais... Depois fica a saudade e a vontade de ter vivido diferente...
Mas no momento da dor...
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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Negatividade

Ok... eu sou muito, sempre e demasiado negativa...
Para mim está sempre tudo mal...
Pois... e extremista também...
Tenho muitos erros cognitivos de base...

Infelizmente não aprendi a ser feliz...
Apesar de ter todos os motivos do mundo para o ser...
Puxo o mau... penso sempre sempre que de certeza vou para pior... porque afinal a minha mente é tão negra... e afinal eu não dou o real valor a tudo o que tenho... que de certeza que só se avistam nuvens densas para que eu valorize o bom e o bem...

Não... não quero piorar... eu sei que só posso e só devo ser feliz... Mas porque é que é tão dificil? Mas porque é que tenho tantos espinhos cravados no meu coração? E não os deixo tirar para sangrar e curar, não... Deixo-os tar para continuar a poder sofrer... Mas qual o medo de ser feliz?
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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Meu Deus...


Ajuda-me a espalhar e a fazer compreender a todo o mundo a importância de uma infância saudável, com amor, com cuidados, com sensibilidade...
Os primeiros anos, os primeiros cuidados, as primeiras emoções... É inimaginável o valor da construção de uma base sólida para o desenvolvimento saudável de todos os seres humanos... É cruel a crença de que é saudável deixar um bebé chorar... É saudável deixar um adulto chorar? A melhor reacção é ignorar o sofrimento ou o chamado de atenção? Seja o que for... O ignorar nunca é, foi, será a melhor solução... Para o sofrimento... O ignorar é uma das melhores soluções para as birras, para os comportamentos que não queremos reforçar, pois claro... mas nunca para o sofrimento... Daí a sensibilidade dos pais de saberem distinguir bem as situações... É dificil... muito... Mas não impossivel...

Estudo e estudo as bases de problemas de comportamentos, problemas de baixa auto-estima... todos eles com uma grande raíz nos primeiros anos...
Mesmo eu revejo-me em descrições de comportamentos de vinculação evitante:
"O comportamento de vinculação evitante é caracterizado por interrupções inexplicáveis ou comportamentos incompletos, padrão de comportamentos contraditórios, ou sinais de desorganização e apreensão em relação aos seus cuidadores. Esses comportamentos indicam a falha em estratégias de coping em situações stressantes e uma quebra na regulação de estratégias coerentes da emoção."
Relações amor / ódio... Falta de confiança naqueles seres que deveriam ser o nosso porto seguro... Necessidade de um crescimento rápido e precoce... E uma infindável lista de problemas que daí podem advir...

Lamentavelmente eu fiquei com sequelas... Foi o que consegui fazer com o que me deram... Infelizmente não consegui ser suficientemente forte e inteligente para "fugir do mau"...
E o medo está a voltar... mas esse assunto ficará para outro dia... Evitamento... Sim, claro!
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sexta-feira, 1 de abril de 2011

É de pequenino que se apre(e)nde o mundo...


"Os modelos internos dinâmicos a respeito da relação de vinculação formam-se, nomeadamente, a partir das experiências repetidas de cuidados prestados pela figura de vinculação à criança (Ainsworth et al., 1978; Weinfield et al., 1999). Inicialmente a criança desenvolve somente um conjunto de expectativas acerca dos comportamentos esperados da figura que lhe presta cuidados, mas à medida que as suas competências cognitivas evoluem, estas expectativas vão transformar-se em representação mais alargadas que comportam não só a acessibilidade do cuidador e responsividade deste, mas também, a imagem do self como merecendo ou não esses cuidados (Bowlby, 1969/1982). Um modelo que resulta de cuidados sensíveis e responsivos caracteriza-se por uma convicção em que se pode confiar no cuidador, pois este lhe vai responder e fornecer ajuda em momentos de necessidade e de que o self merece este tratamento positivo, resultando, portanto, numa visão pessoal valorizada. Pelo contrário, um que tenha origem em interacções com um cuidador insensível vai resultar num modelo de um cuidador não disponível, no qual não se pode confiar para obter ajuda e como consequência, uma visão negativa acerca do próprio self, de não merecedor de tratamento positivo (Bowlby, 1969/1982).

Estes modelos internos dinâmicos vão, por sua vez, ter um papel fundamental na compreensão do mundo pela criança, no planeamento da acção no contexto de relações com os outros e na auto-imagem (Thompson, 1999). De forma essencialmente inconsciente, vão ser filtros interpretativos através dos quais as relações, outras experiências sociais e autocompreensão vão ser interpretados e portanto, construídos. Ao mesmo tempo, vão também, orientar comportamentos que vão ajudar a confirmar e assim a perpetuar esses modelos da realidade. Vão condicionar a acção da pessoa no sentido de elicitar respostas complementares às do seu modelo interno e que vão ser consistentes com as suas expectativas, reforçando-as (Thompson, 1999).

Assim, um modelo interno dinâmico seguro é caracterizado por uma expectativa positiva em relação à competência pessoal em lidar com os problemas e desafios da vida (self seguro e autónomo) e a uma visão de mundo razoavelmente benigno. As pessoas detentoras deste modelo procuram relações nas quais esperam obter satisfação pessoal, têm tendência a pedir apoio de uma forma aberta e positiva em momentos nos quais não têm recursos para lhes fazer frente de forma autónoma e são capazes de retribuir esse apoio (Bretherton, 2005; Thompson, 1999).

As pessoas que desenvolveram um modelo interno dinâmico inseguro pensam o mundo como um lugar pouco previsível e confiável, no qual para se sobreviver ou se afastam das contrariedades ou lutam contra elas. Têm expectativas negativas relativamente às relações com outras pessoas, nomeadamente de desconfiança, incerteza e por vezes hostilidade, expectativas essas que os fazem antecipar fraca responsividade às suas necessidades, criando uma exigência desmesurada de resposta do outro ou, pelo contrário, rejeição do apoio que lhes é fornecido (Bretherton, 2005; Thompson, 1999)."

Retirado de Martins & Soares, 2006 (Tese de doutoramento da orientadora da minha tese de mestrado).
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quarta-feira, 30 de março de 2011

Estou a estudar...


"De uma forma global, Ainsworth et al. (1978) concluem que a característica materna que estava mais associada à segurança da vinculação (em contraposição com os dois tipos de insegurança – evitante e ambivalente) era a responsividade sensível aos sinais e comunicações da criança. Esta dimensão do funcionamento materno diz respeito à capacidade da mãe em guiar a sua interacção com o bebé de acordo com os sinais que este fornece acerca do seus estados internos, necessidades e, à medida que cresce, dos seus desejos e planos (Ainsworth et al., 1978). Traduz-se na capacidade de leitura adequada dos sinais da criança e de resposta pronta aos mesmos."
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terça-feira, 15 de março de 2011

Dos sonhos...


Como não faço o que devo - terminar a tese rapidamente - ponho-me a pensar e a inventar mil e uma saídas profissionais...
Já me imaginei a fazer montes de coisas: doces para festas, almoços e jantares para quem não tem tempo de cozinhar, cuidar de crianças tipo ama, agricultura - tipo uma hortinha biológica -, limpezas... enfim... podia-me dar para pior... quer dizer, isto até é o meu melhor...
Tenho tendências depressivas... copo meio vazio sempre, ou quase sempre...
A vida a puxar-me para cima, eu a empurrar-me para baixo... lamentável...
Acho que inteligente da minha parte seria utilizar os conhecimentos que possuo para sair dessa negritude... Senão, como ser uma boa psicóloga se nem dar o exemplo consigo?
Cobrem-me...
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